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INVESTIGAÇÃO

Suspeita de cortar mangueira de paciente na UTI se envolve em acidente

Mulher de 56 anos ficou ferida em uma colisão na SC-477, em Papanduva, um dia após o episódio registrado em hospital de Mafra

Publicado em 29/07/2026 às 13:31

Uma mulher de 56 anos, investigada por supostamente cortar a mangueira de um equipamento de ventilação utilizado pelo próprio marido, envolveu-se em um acidente de trânsito na tarde de terça-feira (28), na SC-477, em Papanduva.

O homem, de 78 anos, está internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São Vicente de Paulo, em Mafra, após sofrer um acidente vascular cerebral.

Segundo informações repassadas à Polícia Militar, a filha do paciente teria acompanhado o veículo dirigido pela investigada depois de tomar conhecimento do episódio ocorrido no hospital.

De acordo com o relato, a intenção seria impedir que a mulher deixasse o município. Durante o deslocamento, o Fiat Fastback conduzido por ela e um Jeep Compass acabaram colidindo.

Duas mulheres receberam atendimento

A motorista do Fastback apresentava dores na região das costelas e escoriações no rosto.

Ela foi atendida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital São Sebastião para avaliação médica.

A condutora do Jeep Compass, de 44 anos, apresentava pressão arterial e pulso elevados. Ela optou por procurar atendimento hospitalar por meios próprios.

A Polícia Militar realizou o levantamento do acidente e registrou os procedimentos relacionados à ocorrência.

Episódio na UTI ocorreu um dia antes

A investigação teve início após um episódio registrado na tarde de segunda-feira (27), durante o horário de visitas no Hospital São Vicente de Paulo.

Conforme as informações divulgadas, a mulher teria usado uma tesoura para cortar a mangueira do equipamento de ventilação utilizado pelo marido na UTI.

O filho do idoso, que também é enteado da investigada, estaria no quarto e teria percebido a situação.

A equipe de enfermagem foi chamada imediatamente, substituiu a mangueira e restabeleceu o funcionamento do equipamento.

O hospital comunicou o caso à Polícia Militar, que registrou um boletim de ocorrência.

A Polícia Civil passou a investigar as circunstâncias do episódio e a possível responsabilidade da mulher.

Até o momento, não há informação sobre a conclusão da investigação. A mulher é tratada como suspeita e tem assegurados os direitos ao contraditório e à ampla defesa.

Fonte: Repórter Tiago amaral

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