MORTE DE BÊBE
Bebê sofre mal súbito em CEI e falece após ser levado à UPA, em Caçador
Entidade responsável pela unidade lamentou o falecimento e afirmou que acompanha a apuração das circunstâncias
Publicado em
12/08/2026 às 10:40
Atualizado em
Um bebê de apenas quatro meses faleceu após sofrer um mal súbito enquanto estava no Centro de Educação Infantil Pequeno Príncipe, no bairro Berger, em Caçador, no Meio-Oeste de Santa Catarina. O caso ocorreu nesta terça-feira (11).
Segundo informações divulgadas pelo Jornal Razão, com base no posicionamento da Associação Caçadorense de Educação Infantil e Assistência Social (ACEIAS), responsável pela administração da unidade, a criança começou a passar mal durante o horário normal de atendimento.
Ao perceberem a situação, os profissionais do CEI acionaram os protocolos de emergência e iniciaram imediatamente os primeiros socorros.
Na tentativa de prestar atendimento médico à criança o mais rápido possível, o bebê foi levado até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Caçador.
Já na unidade de saúde, a equipe médica realizou procedimentos de reanimação e adotou as medidas necessárias para tentar estabilizar a criança. Apesar do atendimento prestado, o bebê não resistiu e o falecimento foi confirmado posteriormente.
Entidade se manifesta sobre o caso
Após o ocorrido, a ACEIAS divulgou uma manifestação lamentando o falecimento da criança e prestando solidariedade aos familiares.
A associação afirmou que mantém compromisso permanente com o cuidado, a proteção, a segurança e o bem-estar das crianças atendidas em suas unidades, destacando que sua atuação é baseada na responsabilidade e no acolhimento.
Circunstâncias seguem em apuração
As circunstâncias exatas que provocaram o mal súbito ainda não foram esclarecidas e permanecem sob apuração e acompanhamento das autoridades e dos órgãos responsáveis.
Até a divulgação das informações disponíveis sobre o caso, a causa médica do falecimento não havia sido informada.
A ACEIAS também informou que eventuais novas informações serão divulgadas com cautela, preservando a privacidade da criança e respeitando o período de luto enfrentado pela família.
Fonte: Com informações do Jornal Razão
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